sexta-feira, 1 de junho de 2012

Devo ou não continuar a assistir a "Continuum'?


Eu há muito gosto de produções do gênero "sci-fi", sejam filme ou seriados. Quando, porém,  me interesso a assistir uma série do gênero, a tendência é me arrepender, principalmente por elas ultimamente não conseguirem vingar na tv americana.



A falta de inclinação de minha parte a ver ficção científica na tv se deve aos efeitos especiais que, quando necessários, deixam a desejar ou pelas histórias pouco convidativas. O primeiro problema não é tão incômodo quando o segundo não existe. E para mim, essa foi a atratividade de "Continuum".



Publiquei há pouco tempo que diversifiquei as produções que tenho visto. Séries britânicas e canadenses começaram a fazer parte de minha programação semanal. E, até agora, fui muito feliz nas escolhas. "Being Erica" deixará saudades; "Lost Girl", mesmo com alguns efeitos especiais sofríveis e uma segunda temporada que deixou a desejar, conseguiu me manter atenta e, por gostar da atriz Erica Durance, darei uma chance a "Saving Hope".



Dessa forma, cá estava eu à frente da pc vendo outra produção não americana. "Continuum" atraiu-me de imediato pela a premissa, pelo tema viagem temporal e pela personagem principal feminina. Esses três pontos já foram suficientes para eu baixar, então imagine o quão interessada fiquei  alguns minutos depois de a imagem de William B. Davis surgir em tela. Não. Eu não sabia praticamente nada sobre a trama nem os nomes que constavam no elenco. A surpresa foi uma delícia, pois quase não vejo o nosso ex Canceroso em algo que não seja Arquivo X.

Grata me encontrei, ainda mais, ao descobrir, durante o episódio, que seu personagem é de grande importância na "mitologia" da série.  Esta não disse muito em sua estreia; sua personagem feminina fazendo caras e bocas de "Ai! Como eu sou sexy e fodona" com a capacidade de fazer quase tudo, aparentando uma versão feminina do T1000, me deixou meio assim.. assim... o galã latino sexy é lindo mas... não sei. A tendência é shippar mas... a mulher não é casada? Ou não é? Como eu disse, não se esclareceu muito bem quem é quem e o que querem os personagens no 1x01, a não ser a personagem principal, é claro. Apesar da pouca clareza e dos personagens não terem me cativado  imediatamente, o mais importante é que isso não diminuiu qualidade do que foi exibido. 

E o que foi exibido retoma o que já vimos outras vezes: voltar ao tempo para mudar o futuro ou garantir que seja imutável, o que acarretará no "eterno retorno". E esse raciocínio todo sempre me atraiu em qualquer produção. Ainda que não se saiba muito sobre todos os personagens até então mostrados, a trama é boa e instiga-nos a desejar mais, pelo menos a mim.

Bom, daí que próximo domingo terá "Continuum" com mais do "mesmo" e William B. Davis e minha pessoa novamente frente ao pc. Não morra na pria, "Continuum", please, e me surpreenda mais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Silva ao Vivo!



Semana passada, ocorreu o Sónar e nosso caro cantor Silva "estreou" nos palcos. A experiência dele nessa área era quase nula por isso as aspas. Mas pelo que li a respeito, ele se saiu muito bem.



Infelizmente não estava ao meu alcance ir vê-lo. Mas, quando ele retornar à terra natal para nos brindar com sua performance e novas músicas, não perderei a oportunidade. Confiram uma das novas músicas que estará no novo cd do cantor ainda este ano.

domingo, 29 de abril de 2012

"Alien Like You"

Um dos presentes que  "Being Erica" nos deixou foi a trilha sonora. Infelizmente não teremos episódios da série. Mas podemos rever as aventuras de Erica Strange e dr. Tom. E Ouvir inúmeras vezes "Alien Like You"




sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ser shipper é bom demais!!!!



Entre os excers do ESFILES, há noromos, haf-shippers e, lógico, em maioria, os shippers. Ser shipper é tudo. E, para nosso sofrimento, ou deleite, geralmente torcemos pelo casal improvável, por uma casal cujo autor da série não quer que os personagens fiquem juntos,ou fará com que, durante  anos, nossos pombinhos fiquem separados, ou os deixará em entre inúmeras idas e vindas.

Fico imaginando o sofrimento dos shippers que acompanharam Mulder e Scully desde 1993. Os coitados esperaram 7 anos para ver um selinho. Imagino a ansiedade pelo primeiro beijo, o êxtase ao verificar a troca de olhares, um abraço, uma carícia no rosto ou na mão. Eles se contentavam com o pouco na expectativa de que um dia viria o muito.

Tanto ontem como hoje, ainda que toda angústia venha acompanhada de reclamações, admitimos que tudo isso dá um tempero a mais e torna a união final de nosso casal gratificante. Pois temos a convicção de que nosso shipper é o melhor e, mesmo que o "bendito" autor do programa não nos brinde com a lógica de finalmente juntos ao fim de tudo,  tempos depois recorremos aos videozinhos românticos homenageantes dos nossos pares. Sempre é assim: enquanto aguardamos o tão desejada entrega amorosa, afogamo-nos em vídeos shippers do Youtube. E, às vezes, nos arriscamos a fazer um, sendo felizes no intento ou não. Alguns são extremamente felizes.  Como podemos ver no vídeo abaixo "Soulmate".






Encontrei essa maravilha no blog X Files 4 Ever e apaixonei-me, pois retrata com muita propriedade, por meio de um texto, o relacionamento de Scully e Mulder.
 Há dez anos Arquivo X acabou e, embora eu já tenha visto inúmeros vídeos sobre os dois personagens, continuo achando um que goste muito.
Se você é shipper, ou não, assista ao vídeo e me dará razão.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Novas body art de Kléber Gonçalves

Mais alguém nunca assistirá a "Black Swan" novamente?

Há meses que o filme "Black Swan" estava na geladeira esperando minha pessoa assistir a ele. Até que nesse feriado resolvi me dar ao (des?)prazer.


 Natalie Portman havia ganhado o Oscar por sua interpretação no filme, achei merecido, após o que vi. Não se pode negar que a atriz executou muito bem o que o filme propunha para sua personagem.
A história não é ruim, mas é monótona até certo ponto. O discurso de que o ator tem que encarnar seu papel está exposto, não apenas nas palavras do professor de balé da jovem, como também metáfora obscura da transformação física da personagem.



E foi exatamente isso que fez com que eu, ao término do filme, tivesse a certeza de não o ver uma segunda vez.
Como já anunciei, não gosto de filmes de terror. Não que "Black Swan" o seja, porém deixou tão angustiada quanto um filme desse gênero.
A insegurança, tensão, desequilíbrio psicológico, transformação, sofridos pela personagem  acrescidos por todo suspense, ainda que previsível, da trama fizeram pensar "Ok. O filme não é ruim, mas não quero reprise".

Lúcio não é qualquer Silva

O blog possui uma antiga postagem sobre Lúcio souza. De lá para cá, o cantor tornou-se Silva, lançou um EP, mas sua música e voz continuam as mesmas: impossíveis de serem ouvidas apenas uma vez.
Basta escutar a música "A Visita", no vídeo, a seguir, para concordar comigo.

domingo, 25 de março de 2012

A perda


Se eu tivesse
dito a verdade
ou pelo menos
a metade de tudo;
se tivesse
derramado a dor;
se tivesse
esbravejado
e perdido a vergonha
o medo
o pudor;
teria ao menos
Exposto
que não estava
morto
mas caído de amor.

"The Walking Dead" entre mortos e feridos

Eu nunca entendi muito bem o porquê de as pessoas gostarem tanto de filmes de terror. Desde cedo tinha pavor, medo ao gênero, mas, continuamente, desejei superar isso, pensando que as reações eram tolices,uma vez que tudo não passava de ficção. Impunha-me, dessa forma, sessões de filmes como "Pague para entrar e reze para sair", qualquer coisa de exorcismo, e outros. Passava boa parte do tempo com os olhos fechados para evitar trauma. Vã atitude. Acabava por dormir de luz acesa ou, ainda que fizesse o calor sufocante do planeta, sob cobertas dos pés à cabeça.


Décadas se passaram e a história continua a mesma: eu aqui tentando superar a fobia dos longas assustadores.  A curiosidade direcionou-me a tentar assimilar o que atraía tantas pessoas a essas produções recheadas de zumbis. Acidentalmente vi parte de  "Madrugada dos Mortos". Achei uma porcaria. Iniciei "Residente Evil'. O filme não possui uma trama atraente e, não sei se devido ao jogo homônimo, a película  já está em sua centésima sequência (hipérbole detectada).


 Seja lá como for, eu assisti A TODOS e cheguei ao absurdo de pensar em ir ao cine apreciar o último lançamento em 3D. :o Sou eu superando os meus medos? Creio que não pois continuo a não olhar para as piores (ou melhores para muitos) partes.


Então veio "The Walking Dead"! A série sobre um mundo apocalíptico tomado por zumbis. O que me atraiu à produção? Nada em especial, além dos números recordes de audiência. Isso não seria algo que deveria me fazer me dirigir a ela, sendo assim, creio que foi a falta do que fazer mesmo.
Após seis episódios da curtíssima primeira temporada, podia dizer - não que poderia sair por aí vendo filmes ou séries de terror sem piscar - que não piscaria esperando o retorno da segunda.


Por mais que exstam seres mortos que voltem à vida que saem perambulando, arrastando-se, em busca de carne fresca para sua alimentação, ainda que cabeças e pernas voem durante a história e, com certeza, é por esse motivo que milhões se deliciam com a série, nada disso tem meu apreço. Porque, como em toda boa produção que me prende frente à tela, é o fator humano que me interessa. Seus conflitos, dores, a complexidade de relações, a difícil tarefa de ser e estar no mundo. E "The Walking Dead" joga com esses temas, principalmente em sua segunda temporada, e, para mim, o faz muito bem. 

Foi comum ler em comunidades dirigidas à série inúmeras vozes desgostosas com o rumo da trama, enquanto eu me deliciava. o que pode ser mais interessante que por em discussão valores e princípios humanos em um mundo em que, a princípio, a civilização está sendo dizimada? Sangue, carnes à mostra? Todo e qualquer filme sobre zumbi possui tais imagens. "The Walking Dead" consegue ir além. Põe em questão limites, fé, civilidade, humanidade, o sentido da vida sem tais fatores. Se a primeira parte da segunda temporada fez valer a espera por ela, a segunda completou com maestria a condução da história.

A terceira temporada virá apenas no final do ano. Que seus produtores não se deixem levar por mimimis e deem prosseguimento àquilo que fazem as criações perdurarem: não as imagens e seus efeitos visuais, porém as ideias e mensagens que poucos se atrevem a ter e passar.



Há vida fora da TV americana

Assistir a seriados (os denominados enlatados americanos) faz parte da rotina de milhões mundo afora. Por motivos que muitos sabem as séries norte-americanas são as mais consumidas. Não, necessariamente, são sempre originais ou  as melhores. Descobri há pouco tempo tal verdade.
Procurando novos ares, novas tramas e ideias, encontrei, entre séries e minisséries britânicas, boas histórias para todos os gostos, sejam clássicos da literatura como "Emma" ou "Sherlock", sejam nos enredos voltados para os problemas da atual juventude - "Misfits", sejam comédias absolutamente hilárias tal qual "Absolutely Fabulous". 

Emma

Los In Austen

Luther


Downton Abbey

North and South




Sherlock

Misfits

A televisão britânica não deixa a desejar e a dever a sua irmã de língua do outro lado do Atlântico. Sua excelência é tamanha que versões de "Sherlock", "Misfits" estão sendo planejadas ou filmadas, assim como premiações sendo recebidas por "Downton abbey", "Luther" e outras.
 Se ainda não passeou pelos fogs televisivos do velho reino britânico, dê-lhes uma chance.
Sites nos quais encontrarão estas e tantas outras séries: Séries UK  e UK Séries.